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Como implementar uma abordagem técnica para a privacidade dos dados dos clientes

A explosão de dispositivos conectados criou uma necessidade de medidas de privacidade e segurança aprimoradas. Mas pode ser desafiador, especialmente quando as inovações em tecnologia ultrapassam os esforços regulatórios e os recursos de segurança da força de trabalho de TI.

Para proteger experiências ativadas por identidade e provar que levam a privacidade do usuário a sério, as empresas devem aceitar os desafios que chegam diariamente. Aprender como adotar o consentimento do usuário beneficia as organizações a aumentar a privacidade dos dados dos clientes.

Como as empresas definem a privacidade hoje?

Na era moderna, temos uma nova visão sobre o que a privacidade de dados precisa ser. Hoje, envolve a construção de uma pirâmide de requisitos e privacidade.

A proteção de dados é a primeira camada desta pirâmide, a linha de base. A próxima camada é a transparência de dados, onde se espera que as empresas digam às pessoas por que desejam os dados.

A terceira e última camada de privacidade de dados é o controle de dados. O modelo de negócios precisa dar às pessoas o controle sobre suas próprias vidas.

Com essa pirâmide de privacidade de dados em mente, as empresas devem considerar às quatro etapas a seguir para melhorar a privacidade de dados do usuário e o gerenciamento de consentimento de suas informações:

  1. Identifique onde as oportunidades de transformação digital e os riscos ou lacunas de confiança do usuário se cruzam

Com a grande quantidade de dados sendo trafegada e compartilhada, os usuários estão mais críticos e céticos sobre sua privacidade. Existem casos em que novos produtos digitais e dispositivos inteligentes criam riscos à confiança.

Os riscos à confiança têm um grande impacto na vida dos clientes, pois as colocam em situações inesperadas de grande perigo, a exemplo da exposição da intimidade. Mas as empresas podem usar esse risco como uma forma de descobrir novas oportunidades de privacidade de dados.

  1. Considere os dados pessoais como um bem comum

As organizações entendem que os gestores responsáveis pela privacidade e proteção de dados são incentivados por normas e requisitos de negócio.

De acordo com as regras, os usuários possuem acesso as suas informações, e isso é para o benefício do titular dos dados. Mas há pessoas na empresa que podem ter opiniões diferentes sobre isso.

Isso ocorre porque as informações pessoais podem ser muito valiosas para o modelo de negócios. É importante reunir todas as partes interessadas e definir a proposta total de privacidade de dados.

Indivíduos e departamentos precisam pensar nisso como um esforço conjunto entre a organização e o cliente.

  1. Aceite o consentimento do usuário

Regulamentações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) exigem que as empresas pensem sobre o consentimento de informações pessoais.

Algumas empresas têm a opção de oferecer conteúdo a um usuário final em troca de dados ou simplesmente pegar as informações sem ser transparente. Há vantagens em dar uma escolha aos usuários. É difícil, mas é disso que se trata o topo da pirâmide da privacidade: dar autoridade e controle ao usuário final.

  1. Construa a confiança

Uma vez que o consentimento é tratado como algo valioso para a organização, a privacidade se torna clara.

O valor do IAM (Identity and Access Management), gerenciamento de identidade e acesso, do consumidor na construção de confiança com os usuários finais também ficará claro.

As empresas precisam melhorar a privacidade dos dados dos clientes

De fato, as organizações devem se apresentar como confiáveis. Isso pode ser conseguido estendendo a autoridade a usuários individuais de maneiras apropriadas e reforçando a transparência protegendo os dados.

Hoje, estamos inovamos o consentimento do usuário e o gerenciamento de acesso a suas informações com o Open Banking. Nós caminhamos para inovar especificamente no que chamamos de “autenticação forte do cliente”. Isso requer padrões fortes de validação do usuário, indo muito além de apenas uma senha.

Na prática, a empresa deve projetar a jornada certa de acesso para o usuário. Pense, por exemplo, você conectado a uma rede Wi-Fi familiar, considerada restrita e segura. Ao se conectar ao Wi-Fi provavelmente inseguro do cabeleireiro, as soluções devem confirmar sua autenticação.

É assim que você pode se tornar um parceiro na segurança de seus próprios usuários. A autenticação forte do cliente pode ser usada para garantia mútua de que uma empresa está fazendo a coisa certa.

O gerenciamento da identidade será crucialmente importante para o futuro da privacidade de dados. No setor de saúde, por exemplo, regulamentações como a LGPD estão aumentando a pressão sobre as organizações reduzirem o que elas chamam “bloqueio de informações” ou “manobras de bloqueio de dados”.

Neste exemplo, a lei de proteção e privacidade de dados visa garantir que os profissionais de saúde não impeçam os pacientes de acessar suas informações de saúde.

Permitir que as pessoas compartilhem informações de forma segura e transparente com outras partes é importante para todos os segmentos do mercado. O futuro da identidade é sobre relacionamentos.

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